O poder do Nome de
Jesus
Um nome reflete a imagem que aquela pessoa tem.
Pare e pense em alguém: naquela colega do trabalho,
por exemplo. Quando você fala o nome dela o que te
vem? Sinceridade, amizade, lealdade, enfim, um conjunto de
atributos que a representam, ou seja, as qualidades e características
que a definem.
Agora tente pensar numa personalidade de renome, em qualquer área
humana: um estadista, artista, cientista, etc. Vou pegar
Salvador Dali para exemplificar, que qualidades ele tem?
Artista, genialidade, expressão forte, revolucionário,
criativo, originai, entre outras, ou seja, o nome deste
artista sintetiza o que ele representa.
Quantas vezes não ouvimos expressões
do tipo:
"
Eu tenho um nome a zelar" indicando reputação,
integridade.
"
Eu não quero meu nome envolvido nisso" o nome é a
própria honra de uma pessoa.
"
O nome dele foi jogado na lama" quando o nome recebe
demérito isto reflete na vida da própria pessoa;
"
Ele está com o nome sujo na praça" o nome é sinal
de credibilidade;
"
Eu venho em nome do Joaquim lhe fazer esta proposta" através
do nome representamos outrem para um acordo comercial.
Uma marca também pode consolidar um conjunto de atributos
e a sua representação é clara, mostrando
o perfil daquele produto, bem, pessoa ou nação.
Basta pensar em alguns deles e logo nos vem uma imagem associada:
Nestlé, Palmeiras, Brasil...
Com o Nome de Jesus não é diferente!
O Santo Nome de Jesus traduz atributos divinos e com
um diferencial muito
Importante: o Nome de Jesus tem autoridade e poder
de conquistas e paz pois é o
Nome sobre todo e qualquer outro nome que há.
(Filipenses 2:9)
O Nome de Jesus se destaca dos demais nomes e é superior
a todos os demais porque é um nome que nos trás
vitórias eternas devido às suas conquistas
por todos nós na cruz do Calvário. ("Mas
esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se
semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se
a si mesmo, sendo obediente até a morte, e morte de
cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente,
e lhe deu um nome que é sobre todo o nome; Para que
ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão
nos céus, e na terra, e debaixo da terra, E toda a
língua confesse que Jesus Cristo é o SENHOR,
para glória de Deus Pai." Filipenses
2:7 a 11)
No comércio ou num negócio um nome limpo é uma
garantia de peso, no mundo espiritual o nome de Jesus é o
mais puro que existe. Temos uma
procuração lavrada nos céus para
usá-lo
em nossas vidas na resolução de
problemas, Jesus Cristo é o bom nome!
É
ele que nos garante tudo o que o Senhor conquistou eternamente
para nós através de sua missão
dada pelo Pai e que foi integralmente cumprida em
nosso favor.
Quando se dá voz de prisão, o cidadão
está revestido de autoridade amparada pela
lei para tal atitude.
Quando cremos em Jesus, podemos dar voz de prisão
ao problema que nos aflige e ele, seja qual for, sabe que é inferior
ao poder do Nome de Jesus e tem que dar o fora imediatamente!
Experimente mandar o mal embora em nome de qualquer
outro. Nada vai acontecer ele ainda vai caçoar de você!
Porque o diabo conhece e sabe que o único nome capaz
de liquidá-lo é o de Jesus. E você já sabia
disso?
Quando você usa o Nome de Jesus sabendo tudo o que
ele representa, todo o poder
que ele encerra, o resultado é a salvação,
mas o que quer dizer salvação?
Muito pensam que a salvação se resume apenas à dádiva
da vida eterna com Deus, que, sem dúvida é a
mais importante. Na verdade salvação também é o
bom resultado de Deus em ação na sua
vida agora mesmo!
O Nome de Jesus significa salvação, vida eterna
com Deus, liberdade, paz, alegria, prosperidade, saúde,
enfim, Seu Nome concentra tudo de bom que Deus tem para nós!
Para obter o que é seu por direito divino você precisa
usar o Nome de Jesus, pois e nele que há poder
para liquidar qualquer problema. Onde está presente o Nome de Jesus nada que rouba,
mata e destrói pode
permanecer, pois não existe comunhão entre
luz e trevas. (2 Coríntios 6:14)
Vamos supor que você está com uma dor de cabeça
daquelas. Ordene que a dor saia agora mesmo usando o Nome
de Jesus e a dor terá de sair na hora!
Quando a dor é confrontada com o poder do Nome de
Jesus ela não agüenta e só lhe resta sair,
porque pelas feridas de Jesus nós já fomos
sarados (Isaías 53:4 e 5). Atenção para uma armadilha muito comum que
o inimigo prepara nestes casos: ele sabe blefar como ninguém,
vai teimar em querer ficar, até em alguns casos a
dor vai piorar e ele vai te testar ao máximo para
ver se você confia mesmo no Nome de Jesus ou se O está falando
somente da "boca para fora", sem confiança
alguma e desconhecendo o que a Palavra garante sobre a cura
divina.
Você vai travar uma queda de braço com o causador
dessa dor e ela acaba quando a sua fé em Jesus é mais
forte do que o seu olhar para os sintomas. É desta
forma que você coloca a sua fé em ação.
Se você confiar de todo o seu coração
que o Nome de Jesus tem poder mais do que
suficiente para aniquilar o mal que o está afligindo,
você experimentará cura e
liberdade.
A ação libertadora que está contida
no Nome de Jesus é liberada contra a dor de cabeça
através da sua confiança no poder de Jesus!
Isto trás a cura esperada e o mesmo ocorre em todas
as áreas de nossas vidas.
A autoridade contida no nome de Jesus pode ser aplicada
em qualquer tipo de aflição humana que você estiver
passando, seja ela física ou espiritual, pois
o Senhor nos garantiu irmos bem em todas as coisas
e sermos revestidos
da Sua paz em nossas vidas!
A ação libertadora que está contida
em Jesus é liberada contra qualquer problema
ou aflição quando falamos ao mal para que ele
saia, em nome de Jesus, através da
nossa confiança em Seu supremo poder.
Se eu conheço e confio que Jesus é o Cristo
de Deus que nos salvou e libertou através da cruz
do Calvário, sou ousada e ponho para correr aquele
problema que está atormentando através da pronúncia
do Nome de Jesus contra aquele mal.
Quem é mais forte para você? O problema ou o
poder que há no Nome de Jesus?
Se lá no mais íntimo do seu coração
o problema parecer mais forte, então é ele
quem vai vencer e permanecer. Mas, se você crer que
o Nome de Jesus é mais poderoso do que o seu problema,
então é Jesus quem vai vencer e reinar, te
trazendo a solução e vitória naquela
questão.
O resultado que ocorrer na sua vida será o seu termômetro;
se você der crédito ao
poder do Nome de Jesus você vencerá definitivamente
o problema, caso contrário
permanecerá vencido por ele.
Decida-se a partir de hoje por uma vida nova em Cristo.
Jesus se refere a si mesmo por vários títulos,
e outros escritores do Novo Testamento se referem a ele por
várias descrições. Estas referências
a Jesus demonstram uma alta Cristologia na Bíblia.
Elas mostram tanto a concepção que Jesus faz
de si mesmo como os pontos de vista de outros sobre ele.
Esta parte discutirá quatro dos importantes e debatidos
títulos, bem como descrições que foram
usadas para Jesus, tanto nos relatos do Evangelho como nas
epístolas.
1- Filho de Deus. A Bíblia se refere freqüentemente
a Jesus como o Filho de Deus. Ainda que Jesus não
usasse isto para referir a si mesmo, ele de fato falou de
tal modo que apoiaria seu entendimento de que ele era o Filho
de Deus (João 5:17-19). Alguns tomaram a frase "Filho
de Deus" para significar que Jesus era o "descendente" de
Deus. Ela é usada, então, para dizer que a
Bíblia ensina que Jesus foi um ser criado. Contudo,
a frase "filho de" é aberta para diferentes
significados na Bíblia. Ela pode significar "descendente",
porém não necessariamente em todo contexto.
Ela pode também ter o significado de identidade, aquele
que compartilha da mesma natureza ou exibe as mesmas características
que outro. Por exemplo, Jesus se referiu a Tiago e João
como "filhos do trovão" (Marcos 3:17). Ele
falou de "um filho de paz" (Lucas 10:6). Judas
foi mencionado como o "filho da perdição" (João
17:12). Portanto, "filho de" nem sempre traz uma
idéia física, literal, de "descendente."
Com respeito a Jesus, Filho de Deus significa "aquele
que tem as características essenciais e a natureza
de Deus" (Louw e Nida 141). Quando Jesus declarou ser
o Filho de Deus, ele estava declarando ter uma relação
inigualável com o Pai. Os judeus entenderam que Jesus
quis dizer que ele era "igual a Deus" (João
5:17-18; 10:30-38). Assim, ao afirmar que Jesus é o
Filho de Deus, está-se afirmando que Jesus compartilhou
da mesma natureza que o Pai. Ele é, em essência, "Deus
o Filho." Jesus é o Filho de Deus naquele muito
inigualável sentido que ele é uno com o
Pai. Isso nada tem a ver com sua origem.
2- Filho do Homem. Jesus referiu a si mesmo freqüentemente
como o "Filho do Homem". Isso é usado cerca
de 82 vezes nos Evangelhos. A primeira impressão que
se tem do uso deste título é que ele identifica
Jesus com a humanidade. A Bíblia ensina que Jesus
era um humano real. "Filho do Homem" pode certamente
implicar que Jesus compartilhava da natureza e caráter
da humanidade. Parece, contudo, que isto não explica
adequadamente a frase. Jesus nunca teve que provar que ele
era humano, era óbvio ao se olhar para ele. Este uso
do termo era uma auto-designação, mas parece
haver aí mais do que isso. A evidência indicaria
que a frase "Filho do Homem" também era
messiânica por natureza. O melhor apoio para isto pode
ser dado pelas afirmações messiânicas
em Daniel 7:13-14, onde o Messias é retratado como
um "Filho do Homem", ou figura de aparência
humana, a quem é dado "domínio, glória
e um reino". Isto prepara o ambiente para o uso do título
por Jesus.
Jesus usou a frase "Filho do Homem" em diferentes
situações. Primeiro, ele usou-a para falar
de si mesmo quando cumpria seu ministério na terra
(p. ex., Mateus 8:20; 11:19). Segundo, ele usou a frase para
falar de si mesmo como sofredor nas mãos dos homens,
que o maltrataram e o executaram (p. ex., Marcos 9:12, 31;
Lucas 24:7). Terceiro, ele usou-a para se referir ao seu
aparecimento em glória, como juiz supremo (p. ex.,
Mateus 16:27; 25:31; João 5:27). Jesus é tanto
o "servo sofredor" como o juiz de toda a terra.
Reymond observou:
"
Não pode haver dúvida, então, que todos
os quatro evangelistas, quando interpretados corretamente,
pretenderam que seus leitores entendessem que Jesus é o
Salvador do homem nos papéis de servo sofredor, que
veio tanto para 'buscar e salvar o perdido' (Lucas 19:10),
como 'não veio para ser servido, mas para servir e
dar a sua vida em resgate por muitos' (Marcos 10:45; Mateus
20:28), bem como vinha como juiz e Rei escatológico" (Reymond
57).
3- Primogênito. A Bíblia se refere a Jesus como "primogênito" (Colossenses
1:15-18; Romanos 8:29). Este termo também é aberto
a um par de significados. Ele poderia significar primogênito
em tempo (Gênesis 27:19; Êxodo 11:5; Lucas 2:7).
Neste sentido ele se refere ao primeiro filho nascido numa
família. Alguns têm tomado este significado
e concluído que o uso da palavra "primogênito",
com referência a Jesus, significa que ele foi o primeiro
ser criado.
"Meu Senhor e meu Deus", Não há indicação
de que Jesus tentasse corrigir isto. Jesus aceitou esta adoração,
tanto como a referência a sua divindade. De fato, ele
respondeu a Tome: "Porque tu me viste, acreditaste?" (20:29).
c. Hebreus 1:6. Referindo-se a Jesus, o texto diz: "Que
iodos os anjos de Deus o
adorem". Esta instrução é dada
pelo Pai. A Bíblia mostra que os anjos sabiam que
o único que poderiam adorar corretamente era Deus.
(Apocalipse 19:10). Se lhes é dito por Deus para adorarem
Jesus, então esta é uma clara implicação
do ensinamento de que Jesus é Deus.
4 - A ressurreição. Se há um evento
no qual todo o ensinamento bíblico repousa, é a
ressurreição. Pela ressurreição,
Jesus foi "designado Filho de Deus com poder" (Romanos
1:4). Este é o único milagre na Bíblia
que, se historicamente verdadeiro, valida a possibilidade
de todos os outros milagres, e a história como registrada
na Bíblia. Por esta razão, é uma das
questões mais acaloradamente debatidas. Os revisionistas
têm buscado várias explicações
para o corpo de Cristo desaparecido do túmulo. "A
ressurreição é excluída a priori
do tribunal porque ela transcende tempo e espaço.
Os historiadores têm então que arranjar outra
razão para explicar as origens do cristianismo" (Woodward
65). Um estudioso do Novo Testamento argumentou que a ressurreição é uma "fórmula
vazia" que precisa ser rejeitada por alguém que
tenha um "ponto de vista científico" (Woodward
62). Assim, alguns, como Crossan, argumentam que o corpo
de Jesus foi devorado por cães selvagens. Outros dizem
que ele apenas pareceu estar morto. Outros argumentam que
seu corpo apodreceu no túmulo, e que os discípulos
foram à sepultura errada. Então alguns argumentam
que os aparecimentos de Jesus foram somente experiências
psicológicas, "um êxtase de massa". É interessante
que, na busca pelo Jesus "histórico," estudiosos
especulem sobre estas coisas para as quais eles não
têm evidência histórica concreta, objetiva.
Ainda assim, esperam que esqueçamos a evidência
bíblica e aceitemos as especulações.
Contudo, como muitos outros argumentam, há forte evidência
histórica para a declaração de Jesus
de ser o Messias, e para sua ressurreição corporal
(cf. Ostling e Towle 58). Para descartar definitivamente
a evidência bíblica por causa da suposição
de que milagres como a ressurreição não
poderiam ter ocorrido reflete falta de investigação
honesta de matérias históricas. Testemunhas
oculares declaram ter visto Jesus vivo depois que ele tinha
morrido. O corpo tinha sumido do túmulo depois do
sepultamento, e "nenhuma explicação natural
convincente é disponível para responder por
este fato" (Craig 280). Na verdade, qualquer outra explicação
envolverá necessariamente especulação,
pois não há nenhuma evidência contemporânea
primitiva crível que responda pelos fatos de outra
maneira. Se alguém está indo buscar o Jesus
histórico, então os registros do evangelho
têm que ser trazidos para testemunho, pois não
tem havido "nenhum dado novo sobre a pessoa de Jesus
desde que os Evangelhos foram escritos" (Woodward
70).
A evidência histórica é suficientemente
maciça para convencer o investigador de mente aberta.
Por analogia com qualquer outro evento histórico,
a ressurreição tem evidência eminentemente
crível por trás dela. Para desacreditar, precisa-se
deliberadamente fazer exceção às regras
que se usam em toda parte na história. Agora, porque
alguém haveria de querer fazer isso? (Kreeft
eTacelli 197).
A ressurreição atesta a identidade de Jesus.
Ela declara, com poder, que Jesus foi o Filho de Deus (Romanos
1:4). A Bíblia usa a ressurreição para
reforçar a crença em Jesus como o Filho de
Deus. Os discípulos que ficaram grandemente desalentados
com a morte de Jesus, ficaram convencidos de que Jesus se
levantou e se mostraram, subseqüentemente, dispostos
a morrer para pregar isso. De todos os milagres e notáveis
eventos registrados na Bíblia, a ressurreição é o
mais significativo. Se ela não aconteceu, então
aqueles que dedicam suas vidas a Jesus fazem-no em vão
(1 Coríntios 15:12-19). Se ela, de fato, aconteceu, "valida
sua declaração de ser divino e não meramente
humano, pois a ressurreição da morte está além
do poder humano; e sua divindade convalida a verdade de tudo
o mais que ele disse, pois Deus não pode mentir" (Kreeft
e Tacelli 176).
Títulos atribuídos a Jesus
Contudo, isto não se mantém. O termo "primogênito" também é usado
para representar posição superior. Por exemplo,
a Bíblia fala de "primogênito de morte",
significando a doença mais fatal e mortal (Jô 18:13).
Isaías 14:30 fala de "primogênito dos desamparados",
significando aqueles que mais precisam de auxílio.
Outras passagens usam o termo deste modo (Êxodo 4:22;
Jeremias 31:9; Salmo 89:27). Nestes casos ele significa "preeminente".
A respeito de Jesus, "primogênito" significa
aquele que é primeiro e preeminente sobre todos. Jesus
existia antes da criação, e é superior à criação
(Louw e Nida 117). Ele é chamado "primogênito
entre muitos irmãos", o que se refere a posição
e não a tempo (Romanos 8:29). Ele é chamado
o "Primogênito dos mortos", significando
que ele foi o primeiro a ser levantado para nunca mais morrer
(Apocalipse 1:5). Colossenses 1:15 deverá ser entendido
como significando que Jesus é preeminente sobre toda
a criação porque ele mesmo é o Criador. "A
palavra enfatiza a preexistência e incomparabilidade
de Cristo com sua superioridade sobre a criação.
O termo não indica que Cristo foi uma criação
ou um ser criado" (Reinecker 567). Portanto o título "Primogênito" mostra
uma alta Cristologia; Jesus é superior a tudo. Isto
demonstra ainda mais o ensinamento bíblico que o próprio
Jesus é Deus.
O Unigênito. A expressão "unigênito" (monogenes)
aparece cinco vezes com referência a Jesus (João
1:14,18; 3:16,18; 1 João 4:9). Novamente, isto nada
tem a ver com a decisão sobre se Jesus é ou
não um ser criado. É uma outra afirmação
da posição ímpar mantida por Jesus.
Em cada caso, ela significa "único" ou "só": "pertencente
ao que é único no sentido de ser o único
da mesma qualidade ou classe" (Louw e Nida 591). Por
esta razão, a Nova Versão Internacional explica,
numa nota sobre João 3:16, que "unigênito" indica "único".
O mesmo termo é usado para Isaque, como o "único" filho
(Hebreus 11:17). Isto lança luz sobre o significado
do termo. Isaque não era o "unigênito" de
Abraão em sentido estrito, literal. Nem Isaque era
o filho primogênito em tempo. Contudo, Isaque ocupou
uma posição singular e superior como o "único" filho
da promessa de Abraão. Por esta razão, Isaque
foi o único filho de seu tipo, e o termo pode ser
usado adequadamente para ele. Isto é o que o termo
significa com referência a Jesus. Ele foi o Filho único
de Deus, o único de sua qualidade. É um título
de posição, e não de origem.
Há outros termos aplicados a Jesus que são
significantes. Por exemplo, Jesus é chamado "o
resplendor da glória" de Deus e "a expressão
exata de seu ser" (Hebreus 1:3). Jesus não era
apenas um reflexo de Deus; a glória de Deus resplandecia
através dele de tal modo que quando se via Jesus,
via-se Deus (cf. João 14:9-11). Estes termos não
poderiam ser corretamente aplicados a alguém que fosse
um homem comum. Se eles forem aplicados adequadamente, eles
implicarão que o próprio Jesus é Deus.
Todos esses termos tomados conjuntamente demonstram a alta
Cristologia da Escritura. O ensinamento uniforme é que
Jesus foi Deus manifestado em carne.
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